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10 de abril de 2013


E eu te guardo aqui, junto a flores e absurdos
Empilhando as horas gastas com cenas do nunca
Quanto de amor eu posso te dar?
Por onde as veias passam, onde a vala me esconde
Há um bocado de beijos amargos evaporados
Um coração inteiro que sonha em ir além
Normal é pouco e o não é burro
Pois se há vida, há que se ter por quê.

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